Declaração de Acessibilidade

Última atualização: 20 de julho de 2026

O Hospital das Pratas está comprometido em tornar seu site, seus conteúdos e seus serviços digitais progressivamente mais acessíveis às pessoas com deficiência, pessoas idosas, pessoas com mobilidade reduzida e demais usuários que possam encontrar barreiras durante a navegação.

Nosso objetivo é permitir que o maior número possível de pessoas consiga:

  • perceber os conteúdos;
  • compreender as informações;
  • navegar pelas páginas;
  • utilizar formulários;
  • solicitar orçamentos;
  • consultar produtos e serviços;
  • entrar em contato com a empresa;
  • realizar compras;
  • acessar sua conta;
  • utilizar o site com autonomia e segurança.

A acessibilidade digital consiste na eliminação de barreiras que impedem ou dificultam que as pessoas percebam, compreendam, naveguem e interajam efetivamente com páginas e serviços digitais.

1. Identificação da empresa

Nome utilizado publicamente: Hospital das Pratas
CNPJ: 61.772.273/0001-49
Endereço: Rua Cunha Gago, nº 268, Pinheiros, São Paulo — SP, CEP 05421-000
Telefone: (11) 3815-1265
WhatsApp: (11) 96840-0888
E-mail: atendimento@hospitaldaspratas.com.br
Site: hospitaldaspratas.com.br

Esses são os canais atualmente divulgados pelo Hospital das Pratas em seu site oficial.

A razão social completa deverá ser conferida no cartão oficial do CNPJ antes da publicação definitiva desta página.

2. Abrangência desta declaração

Esta Declaração se aplica às páginas e funcionalidades disponibilizadas no domínio do Hospital das Pratas, incluindo, conforme aplicável:

  • páginas institucionais;
  • páginas de serviços;
  • conteúdos do blog;
  • glossário;
  • galeria de peças;
  • formulários de contato;
  • formulários de orçamento;
  • envio de fotografias;
  • loja virtual;
  • carrinho;
  • checkout;
  • login;
  • área de conta;
  • menus;
  • botões;
  • caixas de diálogo;
  • avisos e mensagens;
  • recursos carregados por plugins;
  • integrações com serviços externos.

O site disponibiliza serviços, formulários, galeria de imagens, carrinho e área de conta, razão pela qual a acessibilidade deve ser considerada em toda a jornada e não apenas nas páginas de conteúdo.

3. Compromisso com a acessibilidade

O Hospital das Pratas busca considerar a acessibilidade digital em:

  • desenvolvimento e manutenção do site;
  • criação de novas páginas;
  • atualização de layouts;
  • publicação de textos;
  • inclusão de fotografias;
  • criação de formulários;
  • implementação de lojas e sistemas;
  • contratação de plugins e fornecedores;
  • correção de problemas relatados pelos usuários.

A acessibilidade será tratada como um processo contínuo de melhoria, e não como uma ação isolada ou limitada à instalação de um botão de acessibilidade.

Uma interface somente pode ser considerada efetivamente acessível quando seus conteúdos e funcionalidades podem ser utilizados por pessoas com diferentes necessidades, dispositivos e tecnologias assistivas.

4. Base legal

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência determina que sites mantidos por empresas com sede ou representação comercial no Brasil sejam acessíveis às pessoas com deficiência, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente.

A mesma legislação estabelece que os sites devem apresentar símbolo de acessibilidade em posição de destaque.

Esta Declaração considera especialmente:

  • Lei nº 13.146/2015 — Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência;
  • Lei nº 10.098/2000 — normas gerais de acessibilidade;
  • Decreto nº 5.296/2004;
  • Lei nº 8.078/1990 — Código de Defesa do Consumidor;
  • Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados;
  • diretrizes internacionais de acessibilidade digital;
  • demais normas aplicáveis.

5. Referência técnica adotada

O Hospital das Pratas adota como referência de evolução técnica as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web — WCAG 2.2, desenvolvidas pelo World Wide Web Consortium.

A meta recomendada para o projeto é alcançar progressivamente o nível AA da WCAG 2.2.

A WCAG 2.2 reúne recomendações destinadas a tornar conteúdos digitais mais acessíveis a pessoas com deficiências visuais, auditivas, físicas, de fala, cognitivas, neurológicas e de aprendizagem, além de melhorar a usabilidade para pessoas idosas e para os usuários em geral.

As diretrizes são organizadas em quatro princípios:

  • perceptível: as informações devem poder ser percebidas;
  • operável: os componentes devem poder ser utilizados;
  • compreensível: conteúdos e controles devem ser claros;
  • robusto: o conteúdo deve funcionar com navegadores e tecnologias assistivas.

A WCAG possui critérios verificáveis nos níveis A, AA e AAA. O nível AA é amplamente utilizado como objetivo de acessibilidade para sites e serviços digitais.

6. Status atual de conformidade

Status recomendado para publicação: não avaliado formalmente.

Até a data desta Declaração, não deve ser afirmada conformidade integral do site com a WCAG 2.2 nível AA sem que tenha sido concluída uma avaliação documentada que inclua:

  • testes automáticos;
  • análise manual;
  • navegação por teclado;
  • testes com leitores de tela;
  • avaliação dos formulários;
  • avaliação da loja e do checkout;
  • análise em dispositivos móveis;
  • revisão de contraste;
  • revisão de conteúdos e imagens;
  • testes de zoom e redimensionamento;
  • testes com pessoas com deficiência, sempre que possível.

O W3C classifica como “não avaliado” o conteúdo que ainda não foi examinado ou cujos resultados de avaliação não estão disponíveis.

Esta classificação não representa falta de compromisso. Ela evita uma declaração incorreta enquanto a avaliação técnica completa não tiver sido finalizada.

Após a auditoria, esta seção deverá ser atualizada para um dos seguintes estados:

  • totalmente conforme;
  • parcialmente conforme;
  • não conforme;
  • não avaliado.

Caso seja adotado o status “parcialmente conforme”, deverão ser informadas claramente as limitações existentes e as alternativas oferecidas aos usuários.

7. Medidas de acessibilidade adotadas como diretriz

O projeto deverá considerar, progressivamente, medidas como:

  • utilização de HTML semântico;
  • definição correta do idioma da página;
  • hierarquia lógica de títulos;
  • textos alternativos para imagens informativas;
  • imagens decorativas ignoradas por leitores de tela;
  • contraste adequado entre texto e fundo;
  • navegação integral por teclado;
  • foco de teclado visível;
  • ordem lógica de navegação;
  • links e botões com nomes compreensíveis;
  • formulários com rótulos claros;
  • mensagens de erro associadas aos campos;
  • instruções que não dependam somente de cor;
  • ampliação de texto sem perda de conteúdo;
  • funcionamento em diferentes tamanhos de tela;
  • ausência de elementos com flashes prejudiciais;
  • controles com áreas de toque adequadas;
  • menus e janelas modais acessíveis;
  • alternativas para conteúdos audiovisuais;
  • identificação clara de mudanças de contexto;
  • compatibilidade com tecnologias assistivas;
  • informações de contato em diferentes canais.

Essas medidas estão alinhadas aos objetivos gerais da WCAG 2.2, que prevê critérios testáveis e aplicáveis a diferentes tecnologias e dispositivos.

8. Navegação por teclado

O site deverá permitir que suas principais funções sejam utilizadas sem mouse, por meio do teclado ou de dispositivos equivalentes.

Isso inclui:

  • abrir e fechar o menu;
  • acessar links;
  • ativar botões;
  • preencher formulários;
  • navegar pela galeria;
  • acessar a loja;
  • alterar quantidades;
  • utilizar o carrinho;
  • concluir etapas do checkout;
  • acessar a conta;
  • fechar janelas e avisos;
  • gerenciar cookies.

O foco de teclado deverá permanecer visível e não poderá ficar escondido atrás de menus fixos, banners ou outros elementos.

A WCAG 2.2 incluiu critérios específicos relacionados à visibilidade do foco, tamanho mínimo de alvos e autenticação acessível.

9. Atalho para o conteúdo principal

Recomenda-se incluir no início de todas as páginas um link do tipo:

Ir para o conteúdo principal

Esse link deverá ficar visível quando receber foco pelo teclado e permitir que usuários de leitores de tela ou navegação por teclado ignorem menus repetitivos.

Também poderão ser disponibilizados atalhos para:

  • menu principal;
  • busca;
  • rodapé;
  • informações de contato;
  • configurações de acessibilidade.

10. Estrutura dos conteúdos

Os conteúdos deverão utilizar uma hierarquia lógica de títulos, evitando:

  • títulos usados somente por aparência;
  • saltos desnecessários de níveis;
  • textos importantes inseridos apenas em imagens;
  • blocos longos sem divisão;
  • links genéricos como “clique aqui” sem contexto;
  • informações dependentes somente de posicionamento visual.

Os textos deverão ser organizados com:

  • título principal claro;
  • subtítulos objetivos;
  • parágrafos curtos;
  • listas quando apropriado;
  • linguagem compreensível;
  • instruções diretas;
  • links descritivos.

11. Imagens e galerias

O Hospital das Pratas possui forte conteúdo visual relacionado a peças, processos e resultados de restauração. A acessibilidade das imagens deve considerar o contexto em que cada fotografia é apresentada.

Imagens informativas deverão possuir textos alternativos capazes de comunicar informações relevantes, como:

  • tipo de peça;
  • serviço realizado;
  • estado anterior;
  • resultado da restauração;
  • característica importante;
  • função do botão ou link.

Exemplo recomendado:

Bandeja retangular antes e depois da restauração com banho de prata.

Não são adequados textos alternativos genéricos como:

  • imagem;
  • foto;
  • banner;
  • hero;
  • IMG1234;
  • peça restaurada, sem contexto.

Imagens puramente decorativas deverão ser configuradas para não gerar informação desnecessária aos leitores de tela.

12. Conteúdo “antes e depois”

Comparações de antes e depois não devem depender exclusivamente da visão da fotografia.

Sempre que possível, deverão possuir:

  • identificação de qual imagem representa o estado anterior;
  • identificação de qual representa o resultado;
  • descrição textual da transformação;
  • nome da peça;
  • tipo de serviço;
  • legenda;
  • controle acessível quando houver slider ou comparação interativa.

Uma ferramenta de comparação não poderá exigir exclusivamente movimento de arrastar se existir uma alternativa acessível, como botões ou imagens separadas.

13. Formulários

Os formulários de contato e orçamento deverão ser acessíveis a pessoas que utilizem:

  • teclado;
  • leitores de tela;
  • comandos de voz;
  • ampliação;
  • dispositivos móveis;
  • tecnologias assistivas.

Cada campo deverá possuir:

  • rótulo visível;
  • nome acessível;
  • indicação clara de obrigatoriedade;
  • instrução quando necessária;
  • formato esperado;
  • mensagem de erro compreensível;
  • associação técnica entre campo e erro.

O site atualmente solicita informações como nome, e-mail, endereço, telefone, medidas e fotografia da peça. Esses campos precisam ser identificados corretamente e não podem depender apenas de placeholders.

14. Mensagens de erro

Quando houver erro em um formulário, o site deverá:

  • informar que ocorreu um problema;
  • identificar o campo;
  • explicar o erro;
  • indicar como corrigi-lo;
  • preservar os dados já preenchidos, sempre que possível;
  • mover ou direcionar o foco para o resumo do erro;
  • não depender apenas de cor vermelha.

Exemplo:

O campo telefone precisa ser preenchido com o DDD e o número.

Evitar mensagens genéricas como:

Erro.

15. Envio de fotografias

O campo para envio de arquivos deverá informar:

  • formatos aceitos;
  • tamanho máximo;
  • quantidade permitida;
  • status do envio;
  • mensagem de sucesso;
  • erro de formato;
  • erro de tamanho;
  • possibilidade de remover ou substituir o arquivo.

A informação não deve aparecer somente em mudança visual de cor ou em uma animação.

Caso o usuário não consiga enviar uma fotografia pelo formulário, deverá poder encaminhá-la por outro canal, como e-mail ou WhatsApp.

16. Loja, carrinho e checkout

As funcionalidades comerciais deverão ser utilizáveis com teclado e tecnologias assistivas.

Isso inclui:

  • nome do produto;
  • preço;
  • disponibilidade;
  • descrição;
  • seleção de quantidade;
  • botão de compra;
  • atualização do carrinho;
  • exclusão de item;
  • cálculo de frete;
  • cupom;
  • campos de endereço;
  • forma de pagamento;
  • aceite dos termos;
  • mensagens de validação;
  • confirmação do pedido.

Alterações no carrinho, como mudança de preço, quantidade ou valor total, deverão ser comunicadas de forma perceptível, inclusive para usuários de leitores de tela.

17. Conta e autenticação

Login, recuperação de senha e criação de conta deverão evitar barreiras desnecessárias.

Recomenda-se:

  • permitir colar senhas;
  • permitir uso de gerenciadores de senha;
  • informar requisitos antes do envio;
  • exibir opção para mostrar ou ocultar a senha;
  • não depender exclusivamente de desafios cognitivos;
  • comunicar erros claramente;
  • evitar perda de dados após falhas;
  • oferecer alternativa acessível a CAPTCHAs.

A WCAG 2.2 possui critérios específicos para autenticação acessível, especialmente no nível AA.

18. Contraste e uso de cores

Textos, links, botões, campos e ícones deverão possuir contraste adequado.

A cor não deverá ser o único meio para transmitir:

  • erro;
  • sucesso;
  • seleção;
  • disponibilidade;
  • preço promocional;
  • campo obrigatório;
  • etapa concluída;
  • produto indisponível.

Exemplo inadequado:

Campos em vermelho estão incorretos.

Exemplo adequado:

Os campos incorretos estão identificados com uma mensagem de erro e um ícone.

19. Ampliação e redimensionamento

O conteúdo deverá continuar utilizável quando o usuário:

  • aumentar o tamanho da fonte;
  • aplicar zoom;
  • usar tela pequena;
  • alterar a orientação do dispositivo;
  • utilizar ampliação do sistema;
  • aumentar espaçamento entre caracteres e linhas.

O aumento não deverá provocar:

  • sobreposição de textos;
  • desaparecimento de botões;
  • corte de informações;
  • bloqueio do menu;
  • rolagem desnecessária em duas direções para conteúdo textual;
  • perda de campos do formulário.

20. Conteúdos em vídeo ou áudio

Caso o site publique vídeos, recomenda-se disponibilizar, conforme o conteúdo:

  • legendas;
  • transcrição;
  • descrição das informações visuais importantes;
  • controles de reprodução acessíveis;
  • possibilidade de pausar;
  • ausência de reprodução sonora automática;
  • identificação clara do conteúdo.

Quando vídeos forem incorporados de plataformas externas, parte da acessibilidade dependerá dos recursos oferecidos pelo fornecedor.

21. Animações e movimento

Animações não deverão:

  • iniciar som automaticamente;
  • piscar de forma perigosa;
  • dificultar a leitura;
  • impedir o uso do teclado;
  • deslocar conteúdo de maneira inesperada;
  • causar perda de foco;
  • impedir que o usuário conclua uma ação.

Quando houver movimento contínuo ou automático, deverá existir forma de pausar, interromper ou ocultar, quando exigido pelos critérios aplicáveis.

22. Compatibilidade técnica

O site busca ser utilizável em navegadores modernos e dispositivos móveis.

A compatibilidade com tecnologias assistivas deverá ser avaliada formalmente, incluindo, quando possível:

  • leitores de tela;
  • navegação exclusivamente por teclado;
  • comandos de voz;
  • ampliadores;
  • alto contraste;
  • recursos nativos de acessibilidade de celulares;
  • diferentes combinações de navegador e sistema operacional.

Até que os testes sejam documentados, não se deve publicar uma lista afirmando compatibilidade integral com produtos específicos.

23. Tecnologias utilizadas

O funcionamento do site pode depender de tecnologias como:

  • HTML;
  • CSS;
  • JavaScript;
  • SVG;
  • recursos ARIA;
  • WordPress;
  • plugins;
  • scripts de terceiros.

O uso de JavaScript não é, por si só, incompatível com acessibilidade. Entretanto, os componentes precisam ser implementados para funcionar corretamente com teclado, leitores de tela e outras tecnologias assistivas.

A W3C reconhece que acessibilidade depende tanto do conteúdo quanto dos navegadores, tecnologias assistivas e ferramentas utilizadas para produzir as páginas.

24. Conteúdos e serviços de terceiros

Alguns recursos podem ser fornecidos por terceiros, como:

  • WhatsApp;
  • redes sociais;
  • Trustindex;
  • mapas;
  • vídeos;
  • meios de pagamento;
  • transportadoras;
  • mecanismos antifraude;
  • ferramentas de análise;
  • gerenciadores de cookies.

O Hospital das Pratas poderá não controlar integralmente a acessibilidade desses ambientes.

Quando uma barreira estiver localizada em serviço externo, a empresa buscará, dentro de suas possibilidades:

  • oferecer canal alternativo;
  • fornecer a informação em outro formato;
  • auxiliar o usuário;
  • comunicar o fornecedor;
  • avaliar substituição da solução;
  • evitar dependência exclusiva do recurso inacessível.

O W3C recomenda que declarações de acessibilidade informem limitações conhecidas e alternativas disponíveis aos usuários.

25. Possíveis limitações

Enquanto a auditoria formal não for concluída, poderão existir barreiras em elementos como:

  • imagens antigas sem descrição adequada;
  • textos alternativos genéricos;
  • sliders;
  • galerias;
  • menus;
  • janelas modais;
  • formulários;
  • upload de arquivos;
  • carrinho;
  • checkout;
  • componentes de plugins;
  • conteúdos de terceiros;
  • mensagens dinâmicas;
  • selos e avaliações;
  • campos de autenticação;
  • banners de cookies.

Essa relação não representa uma conclusão definitiva sobre o estado de cada componente.

Ela identifica áreas prioritárias que devem ser testadas e corrigidas.

Caso o usuário encontre uma barreira, poderá solicitar a informação ou o atendimento por outro canal.

26. Alternativas de atendimento

Se alguma informação ou funcionalidade não puder ser acessada adequadamente pelo site, o usuário poderá solicitar atendimento por:

E-mail: atendimento@hospitaldaspratas.com.br
Telefone: (11) 3815-1265
WhatsApp: (11) 96840-0888
Atendimento presencial: Rua Cunha Gago, nº 268, Pinheiros, São Paulo — SP, CEP 05421-000

Esses canais são os atualmente divulgados pelo Hospital das Pratas.

O usuário poderá solicitar, conforme a necessidade:

  • descrição de uma imagem;
  • explicação sobre um serviço;
  • auxílio com o formulário;
  • orçamento por canal alternativo;
  • informações sobre produto;
  • suporte para concluir uma compra;
  • envio de conteúdo em formato mais acessível;
  • correção de barreira identificada.

27. Como comunicar uma barreira

Para comunicar um problema de acessibilidade, o usuário poderá enviar:

  • endereço da página;
  • descrição do problema;
  • ação que tentou realizar;
  • dispositivo utilizado;
  • navegador;
  • tecnologia assistiva, caso se sinta confortável em informar;
  • mensagem de erro;
  • captura de tela, opcional;
  • forma preferida de retorno.

Não é necessário informar diagnóstico, condição médica ou outro dado sensível para solicitar atendimento.

Assunto recomendado

Acessibilidade digital — barreira encontrada no site

Modelo de mensagem

Encontrei uma dificuldade de acessibilidade na página [endereço]. Eu estava tentando [descrever ação]. O problema ocorreu quando [descrever barreira]. Utilizei [dispositivo/navegador/tecnologia assistiva, se desejar]. Gostaria de receber a informação ou concluir a ação por um meio alternativo.

28. Tratamento das solicitações

As comunicações de acessibilidade deverão ser:

  • registradas;
  • encaminhadas ao responsável técnico;
  • avaliadas conforme impacto;
  • respondidas pelo canal informado;
  • utilizadas para orientar correções futuras.

Barreiras que impeçam:

  • solicitar orçamento;
  • acessar contato;
  • finalizar compra;
  • recuperar conta;
  • entender informação essencial;
  • exercer direito;
  • acessar documento legal;

deverão receber prioridade elevada.

Um prazo fixo de resposta somente deverá ser publicado após a empresa definir internamente um processo real de atendimento.

O W3C recomenda que a declaração informe canais de feedback e, idealmente, o prazo habitual de resposta.

29. Avaliação de acessibilidade

A avaliação do site deverá combinar:

Testes automáticos

Ferramentas podem identificar problemas como:

  • ausência de rótulos;
  • contraste insuficiente;
  • erros estruturais;
  • atributos inválidos;
  • títulos ausentes;
  • problemas básicos de HTML.

Testes manuais

São necessários para avaliar:

  • ordem de foco;
  • navegação por teclado;
  • clareza de rótulos;
  • comportamento de menus;
  • mensagens dinâmicas;
  • formulários;
  • modais;
  • sentido do texto alternativo;
  • experiência do checkout.

Testes com tecnologias assistivas

Devem considerar:

  • leitores de tela;
  • teclado;
  • zoom;
  • alto contraste;
  • dispositivos móveis;
  • comandos de voz, quando possível.

Testes com usuários

Sempre que viável, a participação de pessoas com deficiência melhora a identificação de barreiras que ferramentas automáticas não conseguem detectar.

A WCAG foi projetada para ser testada por meio da combinação de avaliação automática e humana.

30. Frequência de revisão

Recomenda-se revisar esta Declaração:

  • pelo menos uma vez por ano;
  • após alterações relevantes no layout;
  • após mudança do checkout;
  • após instalação de novos plugins;
  • após criação de novos formulários;
  • após implementação de funcionalidades;
  • após auditoria de acessibilidade;
  • quando forem identificadas novas limitações.

O gerador de declarações do W3C recomenda que a data da declaração permaneça atualizada, considerando que documentos com mais de um ano podem parecer sem manutenção.

31. Melhoria contínua

O Hospital das Pratas buscará priorizar:

  1. acesso aos canais de contato;
  2. formulários de orçamento;
  3. menus e navegação;
  4. textos alternativos das imagens;
  5. loja, carrinho e checkout;
  6. contraste e foco;
  7. área de conta;
  8. banner de cookies;
  9. conteúdos multimídia;
  10. integrações externas.

A identificação de uma barreira não significa que o restante do site seja inacessível, mas indica a necessidade de correção e acompanhamento.

32. Alterações desta Declaração

Esta Declaração poderá ser atualizada para refletir:

  • resultados de auditorias;
  • correções implementadas;
  • novas limitações;
  • mudanças técnicas;
  • novas funcionalidades;
  • alterações de fornecedores;
  • mudanças legais;
  • evolução das diretrizes WCAG;
  • feedback de usuários.

A data da última atualização permanecerá visível no início da página.

33. Contato

Dúvidas, solicitações ou relatos relacionados à acessibilidade poderão ser encaminhados para:

Hospital das Pratas
CNPJ: 61.772.273/0001-49
E-mail: atendimento@hospitaldaspratas.com.br
Telefone: (11) 3815-1265
WhatsApp: (11) 96840-0888
Endereço: Rua Cunha Gago, nº 268, Pinheiros, São Paulo — SP, CEP 05421-000

Formas de pagamento

visa@2xmastercard@2xamex@2xdiners@2xaura@2xbradesco@2xelo@2xhipercard@2xdiscover@2xpix@2xsantander@2x

Segurança

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